sábado, 15 de março de 2008

MÃE


Dia da mãe ?Mas por quê?Pois se ela, todo o ano,nos dá amor e carinho,nos ampara, nos afagae nos dá tudo o que tem.
Sim, por que só nesse dianós lhe mostramos interesse?A mãe merece presentes,merece beijos, abraços,caricias e muito mais.
Por isso nós dia a diavamos-lhe passar a dar,com bondade, amor profundo.
Tendo sempre em pensamento,seja qual for o momento,que nenhum de nós sem elaestaria agora no mundo

OLHAR A LUA


Está linda, entre as nuvens iluminadas,
Na clara noite, de estrelas pontilhada
E andando, não sei de onde voltando,
Nem sei também, para onde estou rumando Mas, tendo só ela de companhia

Olho de novo, onde está? Não quero chegar! Atrás de nuvens mais escuras, invisível a brilhar!
Paro e sento, estou no morro! Vou esperar! Atrás ficaram amigos e alegria
Não era bem aquilo que eu queria
Não era bem o que eu esperava.

Tal qual olho, novamente, brilha toda soberana!
Linda noite! Noite linda! Linda lua, linda dama!
Está me chamando! É hora de ir embora!
E indo, a estrada meu andar devora
Sem, no entanto, querer seguir!
Se eu pudesse, tão somente te seguir
Saberia para onde ir!

DEUS


Faz agora um ano que passei pela fase mais difícil e turbulenta da minha vida... e não foi nada comparada ao que a uma menina, com nome de chocolate, teve que suportar.Quando somos confrontados com situações de extrema injustiça, encaramos com a pergunta que nunca ousamos fazer quando tudo corre pelo melhor: Mas afinal porque é que eu acredito em Deus?Marx afirmou que Deus "é uma droga contra a miséria e o sofrimento da espécie humana". Thomas Hobbes achava que Deus "se baseia no medo e na superstição". Freud defendia que Deus "é um engano e que subsiste devido ao desejo de imortalidade e de um pai protector". Os ateus acham que os crentes em Deus baseiam a sua crença na impossibilidade da prova da sua inexistência. Para eles, os que acreditam em Deus fazem-no porque foram educados a acreditar e as pessoas importantes das suas vidas reforçam a sua crença.Ao assistir ao pesadelo de uma menina ainda ébria com a alegria que empurrava a sua vida, fiz estas perguntas a mim mesmo: Podes-me dar uma boa razão para continuar a acreditar em Deus? Não ouvi resposta alguma.Uns dias mais tarde, entrei sozinho numa degradada igreja de uma aldeia do Douro que à primeira vista diria que estava vazia. Mas não estava! Ajoelhado no chão, à frente do primeiro banco de madeira, um jovem que andaria pelos dezasseis anos, falava em pranto convulsivo para a estátua de Jesus que preenchia o altar. Quando se sentou aproximei-me dele e perguntei-lhe se precisava de alguma coisa. Abanou a cabeça... perguntei-lhe se podia fazer algo por ele. Puxou-me para o banco e começou a falar... contou-me a história da sua vida. Como, ainda catraio, perdeu os pais e o irmão mais velho, a forma assassina como era tratado por uma instituição de menores, a fome que passou quando resolveu fugir dos maus tratos, o frio que sentiu quando dormia na rua, o primeiro trabalho nas obras com apenas doze anos, onde labutou durante 3 meses sem ver o cheiro do dinheiro. Disse-me textualmente: "Pedi esmola, trabalhei a pontapé, passei fome e muito frio... mas nunca fiz nada que me envergonhasse, nunca fiz nada que envergonhasse os meus pais, nunca fiz nada que envergonhasse Deus!"Em toda a narrativa mantive-me num silêncio comovido, assombrado pelo seu sofrimento e espantado com a sua capacidade de superação. Quando ele falou em Deus, não contive uma pequena careta e perguntei-lhe:- Depois do que passaste... como é que ainda acreditas em Deus?O rapaz sorriu pela primeira vez e um brilho acendeu os expressivos olhos verdes:- Como é que um miúdo de nove anos sobrevive sozinho na rua? Se Deus não estivesse do meu lado o que seria de mim? Hoje estou aqui porque foi para aqui que vim quando fugi do orfanato... e, nessa altura, pedi a Deus que me mandasse alguém que gostasse de mim e que tomasse conta de mim.- Ele enviou? - perguntei com alguma descrença. O rapazote segredou-me:- Tenho uma namorada...Compreendi a minha fraqueza… Deus é a nossa fé!

FEITO UM PUNHAL


Ai como dói vivermos um romance,Que corta e fere qual vidro partido.Em que fazemos tudo ao nosso alcance,Mas nosso amor não é correspondido.Ai como dói! Se vemos de relance,Em nós seus olhos fitos, sem sentidoDisperso,claro, em difusa nuanceEm um vagar constante, distraído.Ai como dói! Provar...reconhecer,Estar num caso que só um lado importa.Dá uma vontade de desaparecer.Fugir no breu d’alguma noite morta.Mas vem o medo de no amanhecer...De novo estar batendo à sua porta...

Deus é a nossa existência


Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. O instante mágico é o momento em que um 'sim' ou um 'não' pode mudar toda a nossa existência.(Nas margens do Rio Piedra eu sentei e chorei)


"Paulo Coelho"

All Good Things


All Good Things (Come To An End) Nelly Furtado Ah! ah! ah! Honestly, what has become of me? Don't like reality, it's way too clear for me Really, life is dandy, we are what we don't see We miss everything daydreaming (chorus) Flames to dust, lovers to friends Why do all good things come to an end? Flames to dust, lovers to friends Why do all good things come to an end? Travelling, i... only stop at exits Wondering if i'll stay young and restless Living this way, i stress less I want to pull away when the dream dies The pain sets in and i don't cry I only feel gravity and i wonder why (chorus) Well, the dogs were whistling a new tune Barking at the new moon Hoping it would come soon So that they could... Dogs were whistling a new tune Barking at the new moon Hoping it would come soon So that they could die Die... (chorus) Well, the dogs were barking at the new moon Whistling a new tune Hoping it would come soon And the sun was wondering if it should Stay away for a day 'til the feeling went away And the sky was falling And the clouds were dropping and the rain Forgot how to bring salvation The dogs were barking at the new moon Whisteling a new tune Hoping it would come soon So that they could die.