
Os povos, não se entendem!Nem com o triste olharDe uma criança!Pedindo, suplicando!O fim ás guerras!Para se parar de matar!Ninguém as ouve.Nem sequer, lhes dão.Esperança,para sonhar!
Entre as guerras, hà interessesDos todos poderosos.Assim vivem atormentadasEstas crianças!Sem um futuro, ter,Nem uma infância,digna.Tudo, o que têm é o seu sofrer!
Não têm, mais lágrimasPara derramarQuanto sofrimento,No seu olhar!No seu choro, sofucado,Porque, do sangue, dos seus,Fazem mar!
Tanta criança, inocente,Sentindo,em seu corpo,O frio, a fome, a sede, o medo!Tudo, o que nunca, deviam sentir!P´las mãos, de quem não tem coraçãoEstas crianças, nunca, vão puder,sorrir!